Chakras A história real de uma iniciada - Halu Gamashi

Radio Universo Paralelo com Halu Gamashi

Falando e ouvindo no Universo Paralelo

Todas as noites As 22:00 horas

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Terreno Baldio nasceu da minha necessidade de uma comunicação livre, ilimitada, sem formatos. Assim podemos mudar de assunto sem ferir os melindres da comunicação, como num bate-papo... De repente... Um assunto leva a outro e a conversa vai girando por uma ordem de prioridade inédita exclusiva e afinada com o pulso do momento. Por que não?

Terreno Baldio é para mexer e remexer na nossa imaginação. É um instrumento para fortalecer a máxima do: "É proibido coibir".

Eu acredito que pagar o preço para falar estimula a coragem para rasgar as mordaças. Dar conta de ouvir estimula a generosidade de alcançar, na fala do outro, uma aproximação.
Quando olhamos um terreno baldio imediatamente pensamos se há um dono. E eu penso que, quando um terreno baldio me olha, me pergunta: "Não quer você ser meu dono?". E o verdadeiro dono de um terreno baldio, para que terreno baldio ele continue a ser, permite a baldiação de pensamentos, sentimentos, dúvidas, investigações que só caberiam nos terrenos baldios, cujas respostas surgem nos vislumbres de uma imaginação, cujo dono propicia a comunicação.
Quer canalizar comigo?

Quando você vir um terreno baldio lembre-se de mim, debande-se para a sua casa e baldie `a vontade no meu, no seu, no nosso Terreno Baldio.

Halu Gamashi

Ficha Telúrica

Rede de ação: Halu Gamashi

Dia gramação: Dienny Marques, Dimas Xapanan
Tradução: Silvia Nogueira

Cercas Vivas: futuros colaboradores

quarta-feira, 30 de março de 2011

tsunami 2011, ele é o apito do expresso - Halu Gamashi

Olhe o tsunami 2011, ele é o apito do expresso

Eu uso o nome de pessoas importantes para criar ficção, devo ser alguém em busca do sucesso, oportunista, que come pelas beiradas, que usa as pessoas como escada, trampolim, que sobe as custas dos outros; devo ser alguém que pega carona na calda do cometa e o cometa são essas pessoas brilhantes, maravilhosas e cultas com as quais eu cometo o meu despudor.

É isso, é isso o que eu devo ser, alguém atrás de evidência, querendo fazer sucesso de qualquer jeito, usando o nome de pessoas famosas para trazer sucesso ao meu incólume obscurantismo.

Eu sou ninguém, uma cara de pau, bico doce, oportunista, sacana e quantos xingamentos, críticas e ridicularizações alguém possa pensar e falar sobre mim. E elas deverão ser verdadeiras, pelo menos eu estou disposta a aceita-las. Não jogue o seu lixo no lixo, jogue em Halu Gamashi, ela é a lixeira da ocasião ou, talvez, não seja nada disso. Quem sabe? Posso também ser louca, esquizofrênica, pirada, pinel, doente e todos os diagnósticos que possam me ser diagnosticados por todos os psiquiatras e não psiquiatras, por todos os psicólogos e logopsicos. Aceito amostra grátis de remédio. Ou talvez eu seja uma voz que esta relembrando alguma coisa, chamando a tribo de volta, recrutando certos e errados, perdedores ou ganhadores para voltar a assumir seu papel.

Lembrem-se faltam 11 anos para 2022, última chamada ou, quem sabe ainda, penúltima. Quero acreditar que é a penúltima e que a ultima chamada, com fé em tudo o que há, será dada por outro. Eu não quero escutá-la.

Atenção, senhoras e senhores, codinome beija-flor, flores que não precisam de codinome, pura essência de jasmim, artefatos suspensos dos jardins da Babilonia, deusas e deuses do Olimpo, está na hora de fazer alguma coisa pela paz e quem tiver ouvidos para ouvir que ouça.

Halu Gamashi

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