Chakras A história real de uma iniciada - Halu Gamashi

Radio Universo Paralelo com Halu Gamashi

Falando e ouvindo no Universo Paralelo

Todas as noites As 22:00 horas

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Terreno Baldio nasceu da minha necessidade de uma comunicação livre, ilimitada, sem formatos. Assim podemos mudar de assunto sem ferir os melindres da comunicação, como num bate-papo... De repente... Um assunto leva a outro e a conversa vai girando por uma ordem de prioridade inédita exclusiva e afinada com o pulso do momento. Por que não?

Terreno Baldio é para mexer e remexer na nossa imaginação. É um instrumento para fortalecer a máxima do: "É proibido coibir".

Eu acredito que pagar o preço para falar estimula a coragem para rasgar as mordaças. Dar conta de ouvir estimula a generosidade de alcançar, na fala do outro, uma aproximação.
Quando olhamos um terreno baldio imediatamente pensamos se há um dono. E eu penso que, quando um terreno baldio me olha, me pergunta: "Não quer você ser meu dono?". E o verdadeiro dono de um terreno baldio, para que terreno baldio ele continue a ser, permite a baldiação de pensamentos, sentimentos, dúvidas, investigações que só caberiam nos terrenos baldios, cujas respostas surgem nos vislumbres de uma imaginação, cujo dono propicia a comunicação.
Quer canalizar comigo?

Quando você vir um terreno baldio lembre-se de mim, debande-se para a sua casa e baldie `a vontade no meu, no seu, no nosso Terreno Baldio.

Halu Gamashi

Ficha Telúrica

Rede de ação: Halu Gamashi

Dia gramação: Dienny Marques, Dimas Xapanan
Tradução: Silvia Nogueira

Cercas Vivas: futuros colaboradores

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

PARA TODOS OS CIENTISTAS - Halu gamashi


                                                PARA TODOS OS CIENTISTAS

            A dúvida não produz insegurança.
A frase acima, a princípio, gera muitos questionamentos... É esta  a minha intenção. Incentivar o leitor a refletir sobre a questão.
Vamos lá: não saber lidar com a dúvida é o que proporciona indecisão.
Quando o elemento dúvida entra nas nossas vidas, na realidade estamos nos protegendo de um outro elemento: a surpresa. A dúvida é um alerta que sinaliza a chegada de uma tarefa que precisamos estar atentos, centrados, para alcançar a importância e a profundidade.
Enquanto estamos processando a dúvida as nossas emoções aproveitam para amadurecer. O nosso intelecto se prepara para decifrar os conteúdos do acontecimento.
Por tudo isso é recomendável não temer a dúvida. Temê-la impede a preparação. A postura correta é entregar-se a ela, permitindo que a nossa mente investigue-a encontrando os porquês da sua intromissão.
            Quando lidamos com a tarefa cotidiana a dúvida não aparece. Não precisamos dela por já estarmos prontos para as tais tarefas.
A dúvida indica a chegada da novidade, dispensá-la é permitir que a surpresa atue. Dirigidos pelo elemento surpresa nos lançamos em um universo desconhecido cuja conseqüência positiva não dependeu da nossa direção e assim vivenciamos a congratulação infantil. Por outro lado, como a conseqüência negativa também não dependeu de nossa direção, nos embutimos de queixas e culpamos os outros vivenciando a dor infantil.
A dúvida constrói as conseqüências. Nos transforma em alquimistas do nosso próprio viver. Caso a conseqüência seja negativa saberemos onde e porque erramos, vivenciando assim a dor aprendiz. Com a conseqüência positiva, desfrutamos do júbilo do herói que demarcou no seu viver os objetivos das suas experiências.
            Vamos tratar a dúvida com muito carinho para que ela sempre nos visite, trabalhando em prol do nosso amadurecimento.
Com afeto por todos que se permitem duvidar por acreditar que a dúvida recicla a crença.

     Halu Gamashi