Sincronicidade com as consequências
Maledicência é a arte nefasta de destruir e apavorar. A maledicência é um crime difícil de provar e todo maledicente é um covarde que dissemina o prejuízo a outros roubando a condição da defesa.
O que o maledicente não sabe é que organismo humano participa completamente das construções do pensamento e do sentimento. O maledicente não sabe dos venenos e toxinas que existem no nosso corpo e a proliferação delas no ato de construir o sentimento e o pensamento maledicentes.
O maledicente faz mal a si, organicamente falando, para produzir uma química perversa para falar mal, para provocar o mal, para produzir o mal estar.
Para pensar e sentir maledicentemente o maledicente entra em contato com a parte mais densa e inferior da sua composição emocional e energética. Na minha linguagem eu descrevo este comportamento como sintonia com o eu inferior e, manter-se em sintonia com a própria inferioridade, é aprisionar a capacidade de crescimento não permitindo a evolução e o progresso. Cada pessoa que se aprisiona no seu eu inferior diminui da humanidade a capacidade de crescimento, primeiro por se tornar uma pessoa pesada que destila venenos e mal estar para todos os que estão ao seu redor. Uma pessoa desta pode acabar uma festa, um almoço, um fim de semana de outras pessoas que se reuniram para cultivar a alegria e a diversão, isto quando cooperam para destruir casamentos, sociedades, parcerias etc
Já está comprovado que pessoas alegres e divertidas saem mais rápido de processos de depressão, de ansiedade, suportam melhor as perdas e retomam a vida com mais forca e determinação.
A primeira vítima sofre organicamente de forma mais direta, a segunda vítima é indiretamente afetada, se concorda com a maledicência deixa de ser a segunda e divide espaço com a primeira vítima, se não concorda com a maledicência vai se sentir irritado, enraivecido, o que traz, da mesma forma, sintonia e sincronicidade com o eu inferior, a terceira vítima, se responde a maledicência com outra maledicência, deixa de ser a terceira vítima e passa a ser a primeira e, se, ao ser maledicentemente importunado, sente raiva, medo ou desprezo também esta entrando em sintonia com o seu eu inferior.
Este texto tem a função de alertar todos os interessados numa vida sadia, anulando do seu cotidiano as inferioridades desnecessárias. Trabalha em favor e em parceria com o eu superior. Tenha bom senso para saber discernir, não permita que a mesquinharia coletiva transforme você em um fantoche da maledicência, não faca sintonia com este tipo de acontecimento. É um tipo de sintonia na qual todos os envolvidos são prejudicados.
Sou terapeuta há vinte e cinco anos e sei, por experiência com os meus pacientes, os males e as sincronicidades negativas que a sintonia com o eu inferior podem provocar.
A favor da saúde e de um bem estar maior,
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